quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Para Sempre...


Sinto a dor que te vai na alma, a dor que corrói o teu coração. E isso dói-me... também a mim... como se da minha própria dor se tratasse, como se essa espada cruel que te trespassa se enterrasse na minha própria carne e me ferisse, numa dor excruciante. Não gosto de te ver assim, de te sentir assim... parte-se-me o coração. Para ti, só o melhor - tudo o que almejo para mim e muito, muito mais! Serei feliz se fores feliz. Se não o fores, todas as minhas alegrias se diluirão no mar que é a tua dor... pois quem amo não está bem.

É assim o amor! O amor incondicional! Uma força descomunal, uma força sobrehumana que nos enche o peito de paz, de harmonia e de felicidade. Um amor altruísta, desinteressado, um amor que une para além das convenções do Homem. Um amor sagrado, divino! Um amor onde se sente a presença de Deus, a intervenção de Deus! Um amor abençoado, apadrinhado, incentivado!

É isto que nos une, que nos faz acreditar e sentir que em vez de 2, somos 1. Uma única alma, um único coração que bate... bate... bate.

Num ritmo que conhecemos desde sempre,
                                                   num ritmo ancestral que quebra o silêncio que as nossas bocas consentem.

Pois é desnecessário falar quando duas almas se olham e reconhecem, encantadas com essa cumplicidade que as une.


Foi longo e penoso o nosso caminho até aqui, mas hoje, podemos suspirar de alívio,
pois regressámos finalmente a casa.


14 de Agosto de 2013







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